COMPORTAMENTOS SEGUROS NUMA EMPRESA DO SECTOR DA INDÚSTRIA AUTOMÓVEL

06 dezembro 2016
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Author :   Maria Manuel Crispim & Anabela Correia
Indexação LATINDEX | Citar ARTIGO: Crispim, M., Correia, A. 2016. Comportamentos Seguros numa Empresa do Sector da Indústria Automóvel. Revista Segurança Comportamental, 10, 26-28. Maria Manuel Crispim & Anabela Correia | Técnica Superior de Segurança e Higiene do Trabalho na Webasto Portugal & Professora no Instituto Politécnico de Setúbal e Investigadora no GOVCOOP-Universidade de Aveiro | maria.crispim@webasto.com & anabela.corre

Para incentivar comportamentos seguros numa empresa do setor automóvel foram identificados fatores que favorecem e dificultam estes atos. As estratégias identificadas para eliminar ou minimizar os fatores de obstáculos são: área autónoma, superiores hierárquicos “darem exemplos”, definir processos, haver penalizações, cultura, evitar a benevolência e formação.

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    INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES: A ATRIBUIÇÃO CAUSAL E AS SUAS CONSEQUÊNCIAS

    Este estudo tem como objetivo geral ajudar a desenvolver uma metodologia de análise de acidentes comum e rigorosa, que possa ser usada pelos técnicos de segurança, de forma a poder encontrar as causas raízes reais dessas ocorrências indesejáveis. Foi possível observar que não existe uma visão clara e consistente na utilização dos modelos teóricos de análise de acidentes, por parte dos técnicos de segurança no trabalho. Os modelos sistémico e epidemiológico parecem ser os modelos de análise de acidente, que colocam as questões mais importantes para responder de forma mais adequada às análises dos acidentes.

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  • RISCO: UMA ABORDAGEM ALTERNATIVA DA TEORIA SOCIAL

    RISCO: UMA ABORDAGEM ALTERNATIVA DA TEORIA SOCIAL

    A definição de risco apresenta oscilações mediante os diversos contextos sociais. Apesar das diferenças, parece existir um entendimento sobre a distinção entre possibilidade e realidade. Qualquer análise de riscos é sempre parcial e subjetiva, assim, nunca sabemos com rigor se uma análise de riscos é fiável o suficiente. A visão estritamente probabilística tende a não contemplar as abordagens e dimensões sociais do risco. A inclusão das dimensões sociais e das perceções de riscos nas avaliações de riscos constitui um avanço metodológico, que atualmente interliga as dimensões técnica-quantitativa e social-qualitativa.

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  • ENVELHECIMENTO ATIVO E OS COMPORTAMENTOS SEGUROS EM SOCIEDADE

    ENVELHECIMENTO ATIVO E OS COMPORTAMENTOS SEGUROS EM SOCIEDADE

    Em Portugal, registaram-se mais de 2,1 milhões de idosos em 2017, o que equivale a cerca de 21% da população total no país. Segundo Euromonitor International os portugueses constituem a quinta população mais envelhecida do mundo. O processo de envelhecimento traz consigo, habitualmente, complicações diversas na saúde das pessoas, pelo que urge a importância crescente da prevenção e de novos comportamentos e hábitos de vida. Tendo este grupo de risco tendencialmente uma redução de mobilidade, uma das maiores preocupações, seja em casa ou na rua, são as quedas. São aqui apresentadas as medidas relacionadas não só com a mudança de comportamentos e hábitos do indivíduo tanto a nível físico, psicológico e social, mas também, nas condições habitacionais.

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Segurança Comportamental

A revista Segurança Comportamental é uma revista técnico-científica, com carácter independente, sendo a única revista em Portugal especializada em comportamentos de segurança.

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