O IMPACTO DOS FATORES CULTURAIS NA CULTURA DE SEGURANÇA E A PROLIFERAÇÃO DOS RISCOS PSICOSSOCIAIS

27 março 2017
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Author :   Daniela Lima & Miguel Pereira Lopes & José Palma-Oliveira
Indexação LATINDEX | Citar ARTIGO: Lima, D.; Lopes, M.; Palma-Oliveira, J. (2016). O impacto dos fatores culturais na cultura de segurança e a proliferação dos riscos psicossociais. Revista Segurança Comportamental, 10, pp.30-32. Lisboa: PROATIVO, Instituto Português. Daniela Lima | Instituto Superior de Ciências Sociais e Politicas, Universidade de Lisboa | danielalimas@gmail.com; Miguel Pereira Lopes | Instituto Superior de Ciências Sociais e Politicas, Universidade de Lisboa | molopes@iscsp.ul.pt; José Palma-Oliveir

Quando as organizações fixam para si o objetivo de atingir os “zero acidentes”, têm que contemplar no sistema de gestão de segurança, a cultura nacional, organizacional e de segurança. Neste artigo é apresentado um modelo conceptual, a partir do modelo de cultura nacional de Hofsted (1991), do modelo de reciprocidade de cultura de segurança de Cooper (2002), tendo-se cruzado as dimensões da cultura nacional com as dimensões da cultura de segurança. Será necessário testar empiricamente o modelo.A metodologia utilizada para a realização das avaliações psicossociais tem caráter interdisciplinar. É uma tentativa de identificar sintomas presentes ou latentes de transtornos mentais e comportamentais com base no referencial teórico-científico do psicólogo, em âmbito de contexto de vida do trabalhador, fora e dentro da empresa. É aplicada a trabalhadores que atuam em espaços confinados e trabalhos em altura.

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    SC EDIÇÃO 11

    CAPA: O fator diferenciador do sucesso está nas pessoas, com desempenho individual e coletivo. Quando os sistemas consideram as pessoas como variável determinante para a elevação da sua própria maturidade, elevando os padrões de produtividade, eficácia, eficiência, ética e sustentabilidade, corresponde à etapa onde os ganhos se exponenciam e os custos são irrisórios. Potencializar esta maturidade de cultura à Segurança, atinge-se o zero acidentes e eleva-se o bem-estar psicológico, emocional e social. As equipas passam a ser orquestras, que fazem tudo bem à primeira, como que não houvesse uma segunda oportunidade. É esta afinação nas equipas que compõe a seta de relações interdependentes e que projeta a organização para o patamar de excelência. 

     

    MÊS: Novembro de 2017

     

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    A intervenção em riscos psicossociais tanto de cariz organizacional como comportamental deverá ser focada ao nível dos fatores de exposição, já que é aqui que se situam as causas das causas.

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    O método “6S” deriva de um conjunto de etapas que são sequenciais e, de alguma forma cíclicas, iniciadas pela letra “S”, sendo o 6.º S transversal a todas as outras etapas, designado por Segurança. Com este adicional sexto S, o método garante também o foco na redução de acidentes de trabalho ao longo da cadeia produtiva.

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A revista Segurança Comportamental é uma revista técnico-científica, com carácter independente, sendo a única revista em Portugal especializada em comportamentos de segurança.

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