SC EDIÇÃO 10

23 fevereiro 2017
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Preço:10,00 (Papel); 5,00 (Digital) | 2016. Revista Segurança Comportamental, 10, 1-52 Capa: “BBS significa Resultados” é representado por uma seta certeira, o que significa ter foco em comportamentos alvos; ter objetivos concretos; planear com base em requisitos culturais do contexto; executar com rigor e disciplina.

SUMÁRIO 10

06 | SOCIEDADE
06 | CONDUÇÃO/DIREÇÃO DEFENSIVA
Condução/direção defensiva: uma escolha de cada empresa e de cada cidadão
Andreza Araújo
09 | RESPONSABILIDADE SOCIAL
Saúde e segurança: um desafio societal
Mónica Freitas, Ivone Costa

13 | TRABALHO
13 | SETOR CALL CENTRES
Riscos psicossociais em contact centres portugueses
Isabel Roque
15 | SETOR INDUSTRIAL
Desenvolvendo cultura de segurança por meio de oficina de melhoria das condições de trabalho
Gilmar Roberto Tavares, Luciano Nadolny
18 | SETOR INDUSTRIAL
Estudo de caso sobre a eficácia de programas de segurança comportamental
Mariana Cassola Theobald
22 | SETOR FERROVIÁRIO
O erro humano e mindfulness
Ángel Martínez Ortiz, Francisco Ortiz Nasarre
24 | SETOR AUTOMÓVEL
Comportamentos seguros numa empresa do setor da indústria automóvel
Maria Manuel Crispim, Anabela Correia

28 | CONSIDERAÇÕES TEÓRICO-PRÁTICAS
28 | CULTURA DE SEGURANÇA
O impacto dos fatores culturais na cultura de segurança e a proliferação dos riscos psicossociais
Daniela Lima, José Manuel Palma - Oliveira, Miguel Pereira Lopes
31 | INDICADORES
Gestão cruzada dos indicadores em segurança do trabalho aplicado ao desenvolvimento de uma cultura de produção segura
Maria Quaresma de Araújo
34 | EDUCAÇÃO
Repensando os métodos de educação para o comportamento seguro
Juliana Bley
37 | NORMA ISO 45001
Norma ISO 45001 e o programa BBS (behavior based safety) português
Natividade Gomes Augusto
44 | RISCOS PSICOSSOCIAIS
Metodologia de avaliação psicossocial em saúde e segurança no trabalho
Graziela Alberici

 

  • RISCOS PSICOSSOCIAIS: ESTUDO DE CASO NO SETOR DA CONSTRUÇÃO

    RISCOS PSICOSSOCIAIS: ESTUDO DE CASO NO SETOR DA CONSTRUÇÃO

    Os riscos psicossociais relacionados com o trabalho são uma das grandes ameaças para a saúde e segurança dos trabalhadores nos dias de hoje. Foi realizado um estudo empírico numa empresa de construção civil e obras públicas, utilizando o método FPSICO. Este setor é caracterizado por alto índice de instabilidade, alta rotatividade, elevado grau de flexibilidade, precárias condições de trabalho, pressões de trabalho com prazos apertados, horários alargados, deslocações da sua residência habitual, entre outros. Os resultados apontam que os fatores de exposição muito elevada são: carga de trabalho, participação/supervisão e relações de apoio, e, suporte social. Os fatores que apresentaram melhores resultados ao nível da exposição são: tempo de trabalho, autonomia, exigências psicológicas, e, variedade e conteúdo. As medidas preventivas apresentadas são no âmbito da “gestão de topo” e no âmbito “organizacional”.

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  • FATOR HUMANO – COMPLEMENTARIDADE E INDEPENDÊNCIA ENTRE SAFETY I & SAFETY II RESULTA EM SAFETY III

    FATOR HUMANO – COMPLEMENTARIDADE E INDEPENDÊNCIA ENTRE SAFETY I & SAFETY II RESULTA EM SAFETY III

    A abordagem Safety I baseada pela gestão de eventos que dão errado, tornou-se desadequada nas organizações atuais, mais complexas, interdependentes e de difícil decomposição. Surge a abordagem Safety II, que gere a segurança através da avaliação, investigação e análise de eventos que dão certo. A gestão do fator humano em Safety I é apresentado como um risco, entretanto, em Safety II é visto como um recurso necessário para a resiliência do sistema. A autora realizou um estudo exploratório, durante o ano de 2019, no setor da aviação, num contexto organizacional sociotécnico onde são aplicadas as abordagens Safety I & Safety II. Entre outras conclusões, a variabilidade não esperada no exercício da atividade é uma realidade, e, as decisões e os ajustes de sucesso realizados pelos trabalhadores para dar resposta a essa variabilidade também. Assim, a autora defende que há necessidade e possibilidade de um equilíbrio complementar, embora independente, entre a abordagem Safety I & Safety II, que ela designa por Safety III. No fim do artigo, são identificadas algumas práticas que concretizam este equilíbrio.

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  • UTILIZAÇÃO EXCESSIVA DO SMARTPHONE: IMPLICAÇÕES PARA OS INDIVÍDUOS PELA NÃO RECUPERAÇÃO

    UTILIZAÇÃO EXCESSIVA DO SMARTPHONE: IMPLICAÇÕES PARA OS INDIVÍDUOS PELA NÃO RECUPERAÇÃO

    Os smartphones são atualmente equipamentos que fazem parte do nosso dia-a-dia. A sua utilização está generalizada a nível global com valores de penetração no mercado superiores a 90%. Apesar de algumas vantagens, há também desvantagens associadas a riscos para a saúde, incluindo situações de ansiedade, depressão, isolamento e burnout; riscos ao nível interpessoal como o aumento de isolamento e conflitos familiares, entre outros. Em termos de recuperação não há receitas, cada pessoa deve identificar de que forma pode recuperar e agir de acordo com essa análise.

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Segurança Comportamental

A revista Segurança Comportamental é uma revista técnico-científica, com carácter independente, sendo a única revista em Portugal especializada em comportamentos de segurança.

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