SC Edição 13

17 fevereiro 2020
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Referência: 2020. Revista Segurança Comportamental, 13, 1-61. GA, Lda, Lisboa | Preço: Gratuito Capa: Representa o cuidado ativo que se deve ter na emissão e recepção da mensagem quando se realizam os Diálogos de Segurança e Saúde do Trabalho (DSST). Existem 4 tipos de DSST: - Preventivos Instrutivos; - Preventivos Compensatórios; - Preventivos Corr

SUMÁRIO

SEGURANÇA COMPORTAMENTAL NA SOCIEDADE

07 | TECNOLOGIAS
Utilização excessiva do smartphone: implicações para os indivíduos pela não recuperação.
Sónia P. Gonçalves

SEGURANÇA COMPORTAMENTAL NO TRABALHO

12 | AVIAÇÃO
Fator humano – complementaridade e independência entre Safety I & Safety II resulta em Safety III.
Natividade Gomes Augusto

23 | CONSTRUÇÃO CIVIL
Riscos psicossociais: estudo de caso no setor da construção.
João Sequeira & João Areosa

CONSIDERAÇÕES TEÓRICO-PRÁTICAS

36 | CONFIABILIDADE HUMANA E COMPORTAMENTOS
Ergonomia cognitiva: confiabilidade humana e comportamentos seguros. Reflexão sobre o programa de capacitação em ergonomia cognitiva com foco na confiabilidade humana.
Claudia Olläy & Flavio Kanazawa

46 | GAMIFICAÇÃO
Gamificação como técnica de aprendizagem em segurança no trabalho.
Cláudio César Pontes

53 | EMERGÊNCIA E COMPORTAMENTOS
Gestão da emergência e mudança comportamental. Avaliação de exercícios; Implementação de medidas corretivas.
José Goulão Marques

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  • RISCOS PSICOSSOCIAIS: ESTUDO DE CASO NO SETOR DA CONSTRUÇÃO

    RISCOS PSICOSSOCIAIS: ESTUDO DE CASO NO SETOR DA CONSTRUÇÃO

    Os riscos psicossociais relacionados com o trabalho são uma das grandes ameaças para a saúde e segurança dos trabalhadores nos dias de hoje. Foi realizado um estudo empírico numa empresa de construção civil e obras públicas, utilizando o método FPSICO. Este setor é caracterizado por alto índice de instabilidade, alta rotatividade, elevado grau de flexibilidade, precárias condições de trabalho, pressões de trabalho com prazos apertados, horários alargados, deslocações da sua residência habitual, entre outros. Os resultados apontam que os fatores de exposição muito elevada são: carga de trabalho, participação/supervisão e relações de apoio, e, suporte social. Os fatores que apresentaram melhores resultados ao nível da exposição são: tempo de trabalho, autonomia, exigências psicológicas, e, variedade e conteúdo. As medidas preventivas apresentadas são no âmbito da “gestão de topo” e no âmbito “organizacional”.

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  • FATOR HUMANO – COMPLEMENTARIDADE E INDEPENDÊNCIA ENTRE SAFETY I & SAFETY II RESULTA EM SAFETY III

    FATOR HUMANO – COMPLEMENTARIDADE E INDEPENDÊNCIA ENTRE SAFETY I & SAFETY II RESULTA EM SAFETY III

    A abordagem Safety I baseada pela gestão de eventos que dão errado, tornou-se desadequada nas organizações atuais, mais complexas, interdependentes e de difícil decomposição. Surge a abordagem Safety II, que gere a segurança através da avaliação, investigação e análise de eventos que dão certo. A gestão do fator humano em Safety I é apresentado como um risco, entretanto, em Safety II é visto como um recurso necessário para a resiliência do sistema. A autora realizou um estudo exploratório, durante o ano de 2019, no setor da aviação, num contexto organizacional sociotécnico onde são aplicadas as abordagens Safety I & Safety II. Entre outras conclusões, a variabilidade não esperada no exercício da atividade é uma realidade, e, as decisões e os ajustes de sucesso realizados pelos trabalhadores para dar resposta a essa variabilidade também. Assim, a autora defende que há necessidade e possibilidade de um equilíbrio complementar, embora independente, entre a abordagem Safety I & Safety II, que ela designa por Safety III. No fim do artigo, são identificadas algumas práticas que concretizam este equilíbrio.

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  • UTILIZAÇÃO EXCESSIVA DO SMARTPHONE: IMPLICAÇÕES PARA OS INDIVÍDUOS PELA NÃO RECUPERAÇÃO

    UTILIZAÇÃO EXCESSIVA DO SMARTPHONE: IMPLICAÇÕES PARA OS INDIVÍDUOS PELA NÃO RECUPERAÇÃO

    Os smartphones são atualmente equipamentos que fazem parte do nosso dia-a-dia. A sua utilização está generalizada a nível global com valores de penetração no mercado superiores a 90%. Apesar de algumas vantagens, há também desvantagens associadas a riscos para a saúde, incluindo situações de ansiedade, depressão, isolamento e burnout; riscos ao nível interpessoal como o aumento de isolamento e conflitos familiares, entre outros. Em termos de recuperação não há receitas, cada pessoa deve identificar de que forma pode recuperar e agir de acordo com essa análise.

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Segurança Comportamental

A revista Segurança Comportamental é uma revista técnico-científica, com carácter independente, sendo a única revista em Portugal especializada em comportamentos de segurança.

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