O método “6S” deriva de um conjunto de etapas que são sequenciais e, de alguma forma cíclicas, iniciadas pela letra “S”, sendo o 6.º S transversal a todas as outras etapas, designado por Segurança. Com este adicional sexto S, o método garante também o foco na redução de acidentes de trabalho ao longo da cadeia produtiva.

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O “erro” humano é uma consequência e não uma causa, e é provocado por uma panóplia de factores pessoais e situacionais, a nível individual, grupal e organizacional.

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É verdade de La Palisse: o comportamento é importante para a segurança!

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Do total de acidentes verificados em laboratórios, a grande parte fica a dever‑se a atitudes de indiferença para com o risco, lacunas na informação existente, desconhecimento de regras para o trabalho em laboratório, bem como negligência para com as normas de segurança estabelecidas.

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As consequências dos acidentes de trabalho não se resumem a danos físicos e monetários…Há sequelas para a saúde psicológica e vida social.

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A cultura do “desenrascanço” tão característica da sociedade portuguesa é determinantemente condenada na segurança comportamental em empresas petrolíferas.

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Em tempos de crise económica, os gestores e os técnicos têm de pensar que, de forma gratuita, podem corrigir os comportamentos de risco, e desta forma reduzir de forma esmagadora os números de acidentes.

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No novo paradigma de gestão da segurança, a investigação e análise de acidentes de trabalho contempla factores invisíveis, de natureza social e cultural.

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Segurança Comportamental

A revista Segurança Comportamental é uma revista técnico-científica, com carácter independente, sendo a única revista em Portugal especializada em comportamentos de segurança.

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