A definição de risco apresenta oscilações mediante os diversos contextos sociais. Apesar das diferenças, parece existir um entendimento sobre a distinção entre possibilidade e realidade. Qualquer análise de riscos é sempre parcial e subjetiva, assim, nunca sabemos com rigor se uma análise de riscos é fiável o suficiente. A visão estritamente probabilística tende a não contemplar as abordagens e dimensões sociais do risco. A inclusão das dimensões sociais e das perceções de riscos nas avaliações de riscos constitui um avanço metodológico, que atualmente interliga as dimensões técnica-quantitativa e social-qualitativa.

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Um dos fatores passível de contribuir para o aumento do número de acidentes é a diferença existente entre trabalho prescrito e o trabalho real. Há uma variedade de situações vividas pelos trabalhadores que não estão previstas nas normas e regras de segurança das empresas. No decorrer das suas atividades laborais alguns trabalhadores preferem efetuar “desvios” ao trabalho prescrito, quando sabem antecipadamente que esses “erros” não se traduzem em cenários ou consequências perigosas para a organização ou para si próprios. Na investigação e análise de acidentes, regra geral, não são consideradas as raízes das causas, nem os diversos fatores que possibilitaram gerar o alinhamento simultâneo ou sequencial de condições que permitiram chegar até ao acidente.

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Os riscos globais tornaram‑se, metaforicamente, mais democráticos, considerando que podem afectar toda a população, independentemente da classe social, género ou região do globo onde se habita.

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No novo paradigma de gestão da segurança, a investigação e análise de acidentes de trabalho contempla factores invisíveis, de natureza social e cultural.

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SUMÁRIO 9

05 | SOCIEDADE
06 |FAMÍLIA
Comportamentos de prevenção: acidentes em casa com bebés e crianças
Sónia P. Gonçalves
08 | ESCOLA
Brincar no espaço de jogo e recreio escolar: entre a (in)segurança e o risco
Amália Rebolo Marques

12 | TRABALHO
13 | SETOR CALL CENTRES
Riscos psicossociais em call centres
Isabel Maria Bonito Roque
16 | SETOR ELÉTRICO
Promover a consciêncialização em riscos elétricos
Elias do Nascimentos Melo Filho
18 | SETOR LOGÍSTICO
As causas raiz na investigação e análise de incidentes de trabalho
César Petrónio Augusto

20 | GRANDE ENTREVISTA (acesso gratuito)
Juliana Bley

28 | CONSIDERAÇÕES TEÓRICO-PRÁTICAS
29 | GESTÃO DA EMERGÊNCIA - Desenvolvimento de exercícios
José Goulão Marques
34 | PSICODINÂMICA DO TRABALHO
João Areosa & Paulo Marques Alves
38 | PERCEPÇÃO HUMANA E PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO: CONTRIBUIÇÕES PSICOLÓGICAS
Débora Brandalise Bueno
40 | OS DESAFIOS DA ANDRAGOGIA
Nuno Queiroz de Andrade

42 | NOTICIAS BREVES

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Vogal do Conselho Editorial: licenciado em sociologia. Pós-graduado em Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho. Mestre e Doutor em sociologia do trabalho, do emprego e das organizações pelo Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL). Técnico Superior de Segurança a exercer numa empresa de transportes. Docente no Instituto Superior de Línguas e Administração (ISLA). Investigador integrado no Centro de Interdisciplinar em Ciências Sociais (CICS.NOVA) da Universidade Nova de Lisboa. 

A psicodinâmica do trabalho tem contribuído para compreender as respetivas consequências, associadas às novas formas de organização do trabalho, particularmente aquelas que estão relacionadas com descompensações mentais ou psicossociais, onde podemos incluir o suicídio e a morte do trabalhador. É sem dúvida um dos grandes dramas do mundo do trabalho contemporâneo!

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Segurança Comportamental

A revista Segurança Comportamental é uma revista técnico-científica, com carácter independente, sendo a única revista em Portugal especializada em comportamentos de segurança.

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