A intervenção em riscos psicossociais tanto de cariz organizacional como comportamental deverá ser focada ao nível dos fatores de exposição, já que é aqui que se situam as causas das causas.

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Falta acção a Portugal, embora se preocupe com os novos riscos emergentes! Portugal ocupa o 1.º lugar dos países EU-27 ao nível da preocupação com as questões do stress no trabalho e violência ou ameaça no trabalho e o 2.º lugar ao nível da intimidação ou assédio no trabalho, mas encontra-se em 26.º lugar ao nível da % de procedimentos implementados.

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O valor de “prudência” intergeracional é vivido e sentido de forma diferenciada, tendo em consideração a dimensão do contexto e o nível de experiência vivida.

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Os DCDS`s são uma ferramenta educativa que procura aumentar as capacidades dos trabalhadores face à segurança e saúde. A aplicação na prática desta ferramenta deverá ser planeada de forma estruturada e concertada com o programa de segurança e saúde comportamental. Apresentamos quatro passos básicos para que a sua concretização seja eficaz e eficiente: - Caracterização do público; - Definição do objectivo; - Escolha de métodos e técnicas, e por último; - Escolha do tema.

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A idade dos programas comportamentais voltados para a segurança e saúde ocupacional gira em torno de 30 ou 40 anos, aproximadamente. Com esta maturidade, já se consegue identificar claramente, com base em muitas e muitas experiências, o que se precisa de fazer para um programa comportamental se tornar um desastre. Sabemos, felizmente, o que fazer ou o que não fazer para dar certo ou dar errado, para cada tipo de contexto laboral existente. Este texto destina-se a apresentar dois tópicos que são chave para o sucesso de um programa comportamental. Sem eles, ou com eles mas sem qualidade, o programa pode se tornar apenas um sonho, com custos irrecuperáveis.

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O sistema de segurança comportamental é constituído por vários elementos (E) (2). Estes elementos são divididos em duas grandes dimensões: a cultural e a operacional. Cada um deles encontra-se desenvolvido por forma a que haja possibilidade de integração nos sistemas de gestão. Aqui são apresentados três E, com a respetiva interligação ao referencial normativo OSHAS 18001.

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Num dos setores mais perigosos, como é o setor elétrico, é obrigatório existir disciplina operacional. As condições seguras são a base, mas não chegam para criarem barreiras à ocorrência de acidentes de trabalho e no limite à morte destes trabalhadores.

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COORDENAÇÃO
Natividade Gomes Augusto: Licenciada em sociologia pelo ISCTE-IUL. Pós-graduada em Gestão de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho pelo ISCSEM. Pós-Graduada em Sistemas Integrados, Qualidade, Ambiente, Segurança e Responsabilidade Social. Técnica Superior de Segurança, certificada pela ACT (Autoridade para as Condições de Trabalho) Docente universitária. Foi a facilitadora do primeiro curso sobre a segurança comportamental em Portugal. Gestora de Segurança (Security), certificada pela ANAC (Autoridade Nacional da Aviação Civil). É formadora certificada de segurança (securiy) de aviação, com experiência em Aeródromos e Navegação Aérea. Investigadora nas áreas da cultura de segurança, integração social e corrupção politica. Frequência de vários cursos no Gabinete Nacional de Segurança, nas áreas de Segurança da Informação Classificada e Cibersegurança. Certificada na referencia internacional ISO 27001, sobre Gestão da Segurança da Informação. Diretora-Executiva da Revista Segurança Comportamental e da PROATIVO, Instituto Português.
ORIGEM
O Caderno Temático As Pessoas surge pelo facto de uma franja dos leitores da Revista Segurança Comportamental (RSC) solicitarem o desenvolvimento de alguns temas, indo ao encontro dos interesses também de alguns autores. Os artigos da RSC são artigos curtos (3 páginas no máximo) e os dos CTS serão artigos extensos (30 páginas no máximo), podendo ou não serem do mesmo autor e sobre o mesmo tema.
OBJETIVOS
Pretende-se que a primeira edição do Caderno Temático abarque todos os tipos de segurança existentes, tendo a visão das várias partes interessadas. Decidiu-se assim, executar uma edição composta por opiniões de determinadas personalidades que possam representar com algum rigor essas partes interessadas da SEGURANÇA e que possam servir de exemplo a toda a comunidade, de forma que possam vir a influenciar no futuro a mudança comportamental das sociedades e promover uma cultura de segurança da nação e das instituições. Desta forma, espera-se que as personalidades escolhidas venham a ajudar a criar ou moldar valores, atitudes e comportamentos, que objetivem a salvaguarda da vida humana da comunidade.
ESTRUTURA
A estrutura do Caderno Temático As Pessoas foi pensada por forma a ajudar a criar e moldar os comportamentos em prol de um ambiente social mais seguro. Neste sentido serão tratados Segurança Nacional, Segurança de Informação, Segurança e Saúde no trabalho, Segurança na Estrada, Segurança Alimentar, Segurança na Escola, entre outras, de forma que o individuo social seja confrontado com um alinhamento de mudança de valores no sistema social completo. Foram consideradas 25 entrevistas.
LANÇAMENTO
2.º semestre de 2017

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Segurança Comportamental

A revista Segurança Comportamental é uma revista técnico-científica, com carácter independente, sendo a única revista em Portugal especializada em comportamentos de segurança.

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