FAMÍLIA: AGENTE FACILITADOR DO PÓS-ACIDENTE DE TRABALHO

28 abril 2017
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Author :   Sónia P. Gonçalves
Citar ARTIGO: P. Gonçalves, S. 2013. Família: Agente facilitador do pós-acidente de trabalho. Revista Segurança Comportamental, 6, 42-43 Sónia P. Gonçalves | Doutorada em psicologia do trabalho e das organizações pelo ISCTE-IUL. Investigadora no CIS - ISCTE-IUL. Docente no Instituto Piaget.

Aspetos como a notificação da família acerca da ocorrência do acidente devem ser trabalhados e não deixados ao acaso. O apoio dado aos trabalhadores envolvidos no acidente de trabalho, bem como às suas famílias deve prolongar-se e não ser apenas um apoio imediato.

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  • FATORES HUMANOS NAS INVESTIGAÇÕES DE ACIDENTES. O modelo ABC e ABC reverso é usado para identificar comportamentos inadequados e propor soluções em investigações

    FATORES HUMANOS NAS INVESTIGAÇÕES DE ACIDENTES. O modelo ABC e ABC reverso é usado para identificar comportamentos inadequados e propor soluções em investigações

    Após um acidente existem muito esforço para determinar as causas raiz e recomendações respetivas, no entanto, não é raro que a ocorrência se repita. O drama se torna real quando precisamos escolher as recomendações, pois cada uma deve contribuir com sua “parcela de probabilidade”. Se não analisarmos profundamente o desvio comportamental, o tipo de erro cometido e sobretudo os fatores humanos envolvidos, a chance de sucesso é muito pequena. Este artigo contém uma sugestão de um método de análise, por abordar profundamente os fatores humanos envolvidos. São apresentados alguns conceitos e definições importantes que são fundamentais para a metodologia: erros internos e externos, fatores humanos e o modelo ABC e ABC reverso.

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  • INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES: A ATRIBUIÇÃO CAUSAL E AS SUAS CONSEQUÊNCIAS

    INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES: A ATRIBUIÇÃO CAUSAL E AS SUAS CONSEQUÊNCIAS

    Este estudo tem como objetivo geral ajudar a desenvolver uma metodologia de análise de acidentes comum e rigorosa, que possa ser usada pelos técnicos de segurança, de forma a poder encontrar as causas raízes reais dessas ocorrências indesejáveis. Foi possível observar que não existe uma visão clara e consistente na utilização dos modelos teóricos de análise de acidentes, por parte dos técnicos de segurança no trabalho. Os modelos sistémico e epidemiológico parecem ser os modelos de análise de acidente, que colocam as questões mais importantes para responder de forma mais adequada às análises dos acidentes.

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  • RISCO: UMA ABORDAGEM ALTERNATIVA DA TEORIA SOCIAL

    RISCO: UMA ABORDAGEM ALTERNATIVA DA TEORIA SOCIAL

    A definição de risco apresenta oscilações mediante os diversos contextos sociais. Apesar das diferenças, parece existir um entendimento sobre a distinção entre possibilidade e realidade. Qualquer análise de riscos é sempre parcial e subjetiva, assim, nunca sabemos com rigor se uma análise de riscos é fiável o suficiente. A visão estritamente probabilística tende a não contemplar as abordagens e dimensões sociais do risco. A inclusão das dimensões sociais e das perceções de riscos nas avaliações de riscos constitui um avanço metodológico, que atualmente interliga as dimensões técnica-quantitativa e social-qualitativa.

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Segurança Comportamental

A revista Segurança Comportamental é uma revista técnico-científica, com carácter independente, sendo a única revista em Portugal especializada em comportamentos de segurança.

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