A ACEITAÇÃO DO RISCO NO DESENVOLVIMENTO DA SEGURANÇA RODOVIÁRIA

01 maio 2017
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Author :   Manuel Ganço, Luís Ferreira, Filipe Pereira
Citar ARTIGO: Ganço, M., Ferreira, L., Pereira, F. 2010. A aceitação do risco no desenvolvimento da segurança rodoviária. Revista Segurança Comportamental, 1, 36-38 MANUEL GANCHO | Escola Superior de Tecnologia de Setúbal – IPS; FILIPE PEREIRA | Escola Superior de Tecnologia de Setúbal – IPS; LUÍS FERREIRA |Faculdade de Engenharia da Faculdade do Porto.

Na gestão do risco do sistema rodoviário, as medidas que apontam para a redução do risco podem ser desenvolvidas nas áreas da engenharia e do comportamento humano.

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    CONFIABILIDADE HUMANA NA SEGURANÇA. HÁ COMO PREVENIR AS VIOLAÇÕES?

    É complicado compreender as recompensas de se trabalhar com segurança e com confiabilidade (Behavior-Based Reliability), já que estamos a trabalhar para não ocorrer nada, não ocorrer lesões, não ocorrer acidentes. Qualquer organização que pretenda evoluir no seu desempenho e construir a sua sustentabilidade, deve esforçar-se para reduzir os acidentes, especialmente através do potencial da falha humana. Deve ser desenvolvido um programa específico para tratar as violações, associado ao organismo vivo cognitivo, emotivo e relacional, característico daquele contexto. Há várias soluções aplicadas aos vários tipos de violações: rotineiras, optimizadoras, situacionais e excepcionais.

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  • OS ACIDENTES DE TRABALHO SÃO EVENTOS HETERODETERMINADOS

    OS ACIDENTES DE TRABALHO SÃO EVENTOS HETERODETERMINADOS

    Um dos fatores passível de contribuir para o aumento do número de acidentes é a diferença existente entre trabalho prescrito e o trabalho real. Há uma variedade de situações vividas pelos trabalhadores que não estão previstas nas normas e regras de segurança das empresas. No decorrer das suas atividades laborais alguns trabalhadores preferem efetuar “desvios” ao trabalho prescrito, quando sabem antecipadamente que esses “erros” não se traduzem em cenários ou consequências perigosas para a organização ou para si próprios. Na investigação e análise de acidentes, regra geral, não são consideradas as raízes das causas, nem os diversos fatores que possibilitaram gerar o alinhamento simultâneo ou sequencial de condições que permitiram chegar até ao acidente.

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  • A FADIGA NA CONDUÇÃO

    A FADIGA NA CONDUÇÃO

    A fadiga é um aspeto que tende a ser menosprezado, uma vez que a sua conceptualização é de grande complexidade e de uma enorme subjetividade. Cabe ao próprio condutor tirar as devidas ilações do seu estado de cansaço e aferir se, efetivamente se encontra ou não em condições de iniciar ou prosseguir uma viagem. Por enquanto, ainda não existem equipamentos de fiscalização em utilização pelas forças de segurança capazes de diagnosticar o estado de fadiga de um condutor. O presente artigo centra-se, essencialmente, numa visão ampla do estado de sinistralidade rodoviária mundial e nacional, alertando para os vários perigos inerentes à condução, definindo e conceptualizando o conceito relativo a fadiga e elencando uma série de medidas preventivas a tomar por forma a não se incorrer no risco de condução sob efeito da fadiga.

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Segurança Comportamental

A revista Segurança Comportamental é uma revista técnico-científica, com carácter independente, sendo a única revista em Portugal especializada em comportamentos de segurança.

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