ANÁLISE BIBLIOMÉTRICA DE PUBLICAÇÕES SOBRE “SÍNDROME DE BURNOUT” NA BASE SCOPUS

01 abril 2021
(0 votos)
Author :   Prata, D.; Silva Neto, R.; Júnior, E.; Gonçalves, V.
Diego Prata | Universidade Federal do Rio de Janeiro | diegoengenharias@yahoo.com.br; Romeu e Silva Neto | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense | romeuesilvaneto@gmail.com; Elias Júnior | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo | eliasrgjunior1@gmail.com; Virgínia Siqueira Gonçalves | Universidade Candido Mendes | virginiasiqueiragoncalves@gmail.com Prata, D.; Silva Neto, R.; Júnior, E.; Gonçalves, V. (2021). Análise Bibliométrica de Publicações sobre “Síndrome de Burnout” na Base Scopus. Revista Segurança Comportamental, 14, 7- . GA, Lda. Lisboa, Portugal

A bibliométrica é importante para entender e interpretar o estado da arte de respectivo tema e a abordagem científica sobre ele. A síndrome de burnout é uma doença pouco explorada no âmbito da engenharia de produção, embora possua impactos relevantes nos processos produtivos, sobretudo na produção acadêmica de discentes de mestrados e doutorados. Entender o papel do Brasil e dos demais países, como também identificar quais são as áreas que mais pesquisam sobre a temática relacionada à síndrome de burnout são as propostas desse trabalho acadêmico. O objetivo do presente trabalho é apresentar indicadores bibliométricos a respeito do tema “síndrome de burnout”, no Brasil e no mundo, utilizando a base Scopus. Foi realizada a busca na base Scopus sobre a burnout, posteriormente os dados receberam os devidos tratamentos e foram tabulados para possibilitar a análise dos resultados obtidos. Os resultados demonstraram a importância dos EUA, Espanha e Brasil nas publicações sobre a doença e destacou Carlotto como a autora que mais pública sobre a síndrome do esgotamento físico e emocional. É necessária uma maior participação técnica dos engenheiros de produção nos trabalhos científicos sobre a burnout, pois essa doença pode interferir negativamente no desempenho dos empregados durante a sua jornada laboral.
Palavras-chave: Indicadores bibliométricos. Scopus. Síndrome de Burnout.

INTRODUÇÃO
A síndrome de burnout tem sido estudada por vários pesquisadores de inúmeras nacionalidades, uma vez que essa síndrome acarreta problemas ou perdas, sendo que um dos objetivos da pesquisa científica é responder aos problemas intrínsecos na sociedade.
Os profissionais, em especial os de engenharia, são motivados constantemente a realizarem pesquisas com o propósito de aumentar o seu nível de aprendizado em determinada área do conhecimento. O conhecimento aparece como suporte teórico e prático para a tomada de decisão em vários ramos da economia.
A competitividade tem exigido das organizações a maximização dos resultados, a redução dos custos, a eliminação dos desperdícios e o atendimento aos clientes (em suas necessidades e desejos). Para atingir esses resultados as organizações buscam extrair o máximo desempenho dos seus empregados e muitas das vezes tal busca desencadeia a síndrome de burnout.
Nesse cenário, as pesquisas se apresentam como instrumento na busca de comprovação de uma hipótese; na explicação de um fenômeno; na quantificação de uma ação; na comprovação de situações convergentes ou divergentes sobre inúmeros aspectos, na demonstração de meios inovadores de pesquisa; na análise de determinada população e na verificação dos resultados de uma ação.
Costa (2010), afirma que a procura por material de sustentação e conteúdos para a revisão bibliográfica de um determinado trabalho é realizada por meios denotados “força bruta”, no qual os autores buscam de modo direto artigos por suas palavras-chave, por título, por autor ou elementos similares, não existindo tratamento adicional para filtragem dos registros encontrados. Dessa forma, por se trabalhar com um referencial inicial, que pode não contemplar o estado da arte sobre o tema, a pesquisa final pode ser marcada por baixa eficácia e eficiência. Dessa maneira, o autor propõe adoção de métodos fundamentados em análise bibliométrica e biblioming (mineração bibliográfica) na análise preliminar do referencial bibliográfico.
O modelo proposto por Costa (2010) foi “batizado” como Webibliometria, no qual, considera a execução das seguintes etapas:
(I). Definição da amostra da pesquisa;
(II). Pesquisa na amostra, com as palavras-chave;
(III). Identificação dos periódicos com maior número de artigos publicados;
(IV). Identificação dos autores com maior número de publicações;
(V). Levantamento da cronologia da publicação, identificando ciclos de maior produção;
Seleção dos artigos para a composição do “núcleo de partida” para a pesquisa bibliográfica.
Nesta pesquisa foram utilizadas as etapas de definição amostral; pesquisa com palavras-chave; identificação dos periódicos com maiores números de artigos publicados sobre o tema; identificação dos autores com maior número de publicações; os países que mais publicam e seleção dos artigos para a composição do núcleo de partida.
A amostra pesquisada corresponde aos artigos indexados na base de dados dos portais Scopus, este com acesso pelo Portal de periódicos da Capes em maio de 2020.
O objetivo do presente trabalho é apresentar indicadores bibliométricos a respeito do tema “síndrome de burnout”, no Brasil e no mundo, utilizando a base Scopus.

REVISÃO DE LITERATURA
Maslach, Schaufeli e Leiter (2001) definem o burnout como uma experiência multidimensional prolongada a estressores emocionais e interpessoais no ambiente de trabalho. O burnout é um estado de estresse crônico, que provoca esgotamento físico e emocional acentuado, relacionado às atividades laborais. Tal estresse não surge subitamente, mas sim de uma sequência determinada de tempo.
De acordo com Maslach (2001), mesmo não existindo um conceito único sobre a enfermidade é consensual entre os pesquisadores a concepção com relação as suas três dimensões:
(a)A exaustão emocional (EE) é o sintoma mais divulgado, a manifestação pode ser física, psíquica ou uma combinação delas. Os empregados percebem seus recursos emocionais esgotados, sentem-se fadigados, emocionalmente desgastados e com uma sobrecarga emocional, que os limita a prestar assistência aos que necessitam de suas atividades laborais, como clientes ou pacientes.
(b)A despersonalização ou cinismo(DE) caracteriza-se pelo desenvolvimento de uma insensibilidade emocional, levando o empregado a apresentar um comportamento negativo, tomando atitudes indiferentes e cínicas. Nessa dimensão o profissional perde as relações afetivas com o trabalho e suas reações são de impessoalidade, desumanização e insensibilidade aos problemas e pessoas ao seu redor.
(c) A baixa realização profissional (RP) é caracterizada por uma tendência do trabalhador se auto avaliar negativamente, tornando-se infeliz e insatisfeito com seu desenvolvimento profissional, com consequente declínio no seu sentimento de competência e êxito, bem como de sua capacidade de interagir com os demais.
Lopes e Benati (2017) afirmam que burnout é uma definição de origem inglesa relacionada a algo que parou de funcionar em decorrência da exaustão de energia. Os autores continuam afirmando que não existe consenso em relação a definição de burnout na literatura, mas a ampla maioria dos pesquisadores associam a síndrome de burnout com o estresse ocupacional.
Já Carlotto (2001) sugere que o burnout é uma ocorrência de natureza psicossocial, ocasionada em decorrência da realização do trabalho sob contínua pressão emocional e grande interação com outros indivíduos por significativa quantidade de tempo ou jornada de trabalho.
Por ouro lado, de acordo com as palavras de Tague-Sutckiffe (1992), pode-se definir a bibliometria como: “[...] o estudo dos aspectos quantitativos da produção, disseminação e uso da informação registrada. A bibliometria desenvolve padrões e modelos matemáticos para medir esses processos, usando seus resultados para elaborar previsões e apoiar tomadas de decisões”. A bibliometria, técnica quantitativa e estatística de medição dos índices de produção e disseminação do conhecimento científico “[...] tal como procede a demografia ao recensear a população” (Fonseca, 1986, p. 10), surge no início do século como sintoma da necessidade do estudo e da avaliação das atividades de produção e comunicação científica (Araújo, 2006).
Segundo Alvarado (1984), o estudo bibliométrico pode responder as seguintes questões:
(1º). Qual o centro difusor da bibliometria no Brasil?
(2º). Quais são seus difusores? Atuam estes na frente de pesquisa da área?
(3º). Qual o tipo de comunicação formal usado na sua difusão?
(4º). Quais são os autores mais produtivos nesta abordagem?
(5º). São os autores mais produtivos filhos do centro difusor?
A Scopus é uma base de dados multidisciplinar, criada pela editora Elsevier em 2004, que cobre conteúdos publicados desde 1960. A base é atualizada diariamente, incluindo 21.000 títulos de mais de 5.000 editoras internacionais, 20.000 periódicos revisados por pares, 390 publicações comerciais, 370 séries de livros, 5,5 milhões de documentos de conferências, "Articles-in-Press" de mais de 3.850 periódicos e editoras, sendo fonte para bibliotecários, especialistas em informação, pesquisadores e editores (Elsevier, 2016).

METODOLOGIA
A coleta de dados na base Scopus, disponível no Portal Periódicos da Capes, foi realizada no dia 15 de maio de 2020, sendo usados a expressão “síndrome de burnout” em inglês (“burnout syndrome”). Buscaram-se os artigos que contivessem estes termos no título, resumo ou palavras-chaves, limitando-se a busca àqueles artigos publicados em periódicos. Inicialmente foram obtidos os dados gerais e, posteriormente, restritos aos trabalhos de brasileiros. As expressões de busca com operadores booleanos foram:
(I). (title-abs-key (burnout syndrome) and (limit-to (doctype,"ar")) and (limit-to (srctype,"j"))): 2312 artigos
(II). (title-abs-key(burnout syndrome) and (limit-to (doctype,"ar")) and (limit-to (srctype,"j")) and (limit-to (affilcountry,"brazil"))): 9.638 artigos
Obtiveram-se informações relacionadas à quantidade de artigos por ano, autor, área, instituição, país e periódico. Quanto à análise temporal, foram obtidas equações de regressão exponencial do número de artigos (Y) em função do ano (X), restringindo a análise ao período de 2000 e 2019.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
O gráfico 1 apresenta os resultados da bibliometria no que refere aos principais países que publicam sobre o tema da síndrome de burnout.
Os Estados Unidos da América (EUA) é o país que mais publica no mundo em relação a temas diversos temas. O mesmo pode ser observado nas pesquisas sobre a síndrome de burnout, onde os EUA concentram um pouco mais de 14% das publicações referente ao tema brunout.
Outro ponto de significativa relevância é a participação de países como a Espanha e o Brasil. Quando analisamos o gráfico referente as publicações com temas diversos, tanto a Espanha como o Brasil não figuram entre os 10 países que mais publicam no mundo. Mas, quando restringimos as publicações relacionadas a síndrome de burnout ambos os países aparecem em colocação de destaque no cenário mundial (Espanha em 2° e o Brasil em 3°).
No caso específico do Brasil, em relação as publicações com temas diversos a participação alcança 1,9% de todos os trabalhos publicados e isso deixa o país sul-americano na 15° colocação mundial.
Quando analisamos a participação do país em relação as pesquisas sobre burnout o Brasil apresenta expressivos 8,3% de todas as publicações mundiais, ficando à frente de países como Alemanha, Itália e França.

Gráfico 1


O gráfico 2 apresenta as instituições mundiais e brasileiras que mais publicam sobre a síndrome de burnout.
Analisando as instituições que mais publicam no mundo sobre a síndrome de burnout é possível perceber que mesmo os EUA sendo a nação que mais publica sobre o tema no mundo, a instituição norte-americana que possui mais publicações ocupa a 10° posição no ranking mundial, atrás de instituições espanhola, brasileira, mexicana, sueca e italiana.
A Universidade de São Paulo – USP aparece no topo das publicações mundiais e a Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ figura na 9° colocação. Com esse desempenho, essas instituições colaboram para que o Brasil ocupe a 3° colocação mundial em publicações sobre a síndrome de burnout.
Outro fator relevante é a participação das instituições de ensino da Espanha que representam 5 das 12 primeiras instituições com maior número de pesquisas relacionadas ao burnout. Essas instituições espanholas contribuíram para que a Espanha ocupasse a 2° colocação nos trabalhos científicos publicados sobre o burnout.
No Brasil, as instituições que mais produzem pesquisas sobre o burnout são as Universidades Públicas (federais e estaduais) que dominam o pódio do ranking brasileiro. A primeira instituição privada que aparece na lista é a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS, na 4° colocação e com 10 pesquisas sobre o tema.
Há uma diferença entre as publicações da USP a nível mundial (34 publicações) e as publicações a nível nacional (32 publicações). Essa divergência poderá ser justificada pela possibilidade de existirem pesquisadores estrangeiros que publicaram tendo algum vínculo com a Universidade de São Paulo.

Gráfico 2

No gráfico 3, são apresentados os autores que mais publicam no mundo e no Brasil sobre a síndrome de burnout.
A análise dos autores que mais publicam sobre o tema apresentou a psicóloga Mary Sandra Carlotto (brasileira) como a pesquisadora com o maior número de publicações no Brasil e no mundo sobre a síndrome de burnout.
No Brasil, os seus números são ainda mais expressivos, pois Carlotto possui quase 4 vezes mais publicações relacionadas a síndrome do esgotamento físico e emocional do que os autores que estão na segunda colocação e possui ainda quase 5 vezes mais publicações do que os autores que se encontram na terceira colocação.
Carlotto realizou o seu doutorado (2005) e seu pós-doutorado (2010) na Universidade de Valencia (Espanha), que figura na 4° colocação em publicações sobre a síndrome de burnout no mundo (com um total de 24 publicações).

Gráfico 3

O gráfico 4 apresenta os periódicos que mais publicam sobre burnout no Brasil e no mundo.
O periódico que mais publica sobre a síndrome de burnout no mundo é a revista "Plos One", publicada no formato on line pesquisas nas áreas de ciência e medicina, possui acesso livre, publicada pela Public Library of Science (Biblioteca Pública de Ciências) e possui fator de impacto de 2,776 (2018-2019).
No Brasil, o periódico com mais publicações é a revista "Latino-Americana de Enfermagem" que figura na 6° posição mundial em publicações sobre a síndrome de burnout. É uma revista vinculada à USP (que é a instituição que mais publica pesquisas sobre burnout no mundo) e possui fator de impacto de 0,979 (2018-2019).

Gráfico 4

O gráfico 5 apresenta as áreas que mais publicam pesquisas científicas relacionadas a síndrome de burnout no mundo e no Brasil.
O gráfico 5 indica que a medicina é a área que mais contribui com publicações relativas à síndrome de burnout, seguindo da psicologia, das ciências sociais e da enfermagem.
A interpretação do gráfico permite entender que as pesquisas a nível mundial se concentram na área médica (quase 70% das publicações relacionadas ao tema), devido à importância de se estudar a doença pelos profissionais Médicos.
No Brasil, a parcela de publicações na área médica é de quase 50%, seguida da área de enfermagem e psicologia com cerca de 23% cada uma. O destaque da área da enfermagem na quantidade de pesquisas no Brasil pode ser creditado em parte a revista "Latino-Americana de Enfermagem"
É importante ressaltar que a área da Administração configura na 9° colocação mundial e na 6° posição a nível Brasil em publicações sobre o burnout, demonstrando que o tema é tratado por outras áreas além das de saúde.

Gráfico 5

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Após a realização da bibliometria é notório verificar a importância da participação dos Estados Unidos e da língua inglesa nas publicações relacionadas a síndrome de burnout.
A ampla maioria das publicações relacionadas a síndrome do esgotamento físico e emocional se concentra nas áreas de medicina, psicologia, ciências sociais e enfermagem.
Mesmo existindo afinidade entre os efeitos da síndrome de burnout a questões relacionadas com a ergonomia e com a engenharia de produção é possível perceber que não existe um quantitativo expressivo de trabalhos científicos na área de engenharia de produção.
Os efeitos nocivos da síndrome de burnout precisam ser amplamente estudados por outras áreas, pois a sua aplicabilidade é significativa em vários ramos de atuação.
A USP se apresenta como referência nacionalmente e internacionalmente sobre as publicações científicas relacionadas aos efeitos da síndrome de burnout nos indivíduos. Com igual destaque, Carlotto se apresenta como uma referência na condução de produções científicas sobre o tema.
Com esse cenário (apresentado por essa pesquisa) é possível perceber que a engenharia de produção possui um campo vasto de oportunidades para realizar pesquisas relacionadas a síndrome do esgotamento físico e emocional. A engenharia pode utilizar ações ergonômicas para minimizar os efeitos oriundos da síndrome em diversas situações a ambientes.
A bibliometria demonstrou que o Brasil possui posição relevante nas pesquisas sobre burnout, por isso é essencial que ações de incentivo às pesquisas sejam realizadas, para que o Brasil se consolide ainda mais como referência nos estudos sobre a síndrome.
A engenharia pode colaborar com outras ciências na condução de pesquisas científicas e assim poderá também figurar em melhor colocação sobre as produções acadêmicas.
Em suma, essa pesquisa bibliométrica demonstrou a importância do Brasil em relação aos estudos sobre burnout, mas são poucas as ciências que se interessam em realizar trabalhos referentes ao tema.
Assim, é possível perceber a gama de oportunidades que outras ciências têm na condução de pesquisas sobre percepções e olhares jamais abordados.
Existe campo para a condução de pesquisas inéditas sobre essa doença, sobretudo em áreas pouco exploradas, mas que possuem alguma relação com as consequências advindas da síndrome de burnout.

Referências Bibliográficas
Alvarado, R.U. (1984). A bibliometria no Brasil. Ciência da Informação, Vol. 13, N. 2(1), pp. 91-105.
Araújo, C.A. (2006). Bibliometria: evolução histórica e questões atuais. Em Questão, Vol. 12, N. 1, pp. 11-32.
Boustany, J. (1997). La production des imprimés non-périodiques au Liban de 1733 à 1920: étude bibliométrique. Tese de doutorado, Université Michel de Montaigne, Bordeaux.
Braga, G.M. (1977). Dynamics of scientific communication: an application to Science funding policy. Ciência da Informação, Vol. 6, N. 2, p. 113.
Carlotto, M.S. (2001). Síndrome de Burnout: Um tipo de estresse ocupacional. Cadernos Universitários, Vol.18, N. 1, pp. 4-11.
Fonseca, E.N. (Org). (1986). Bibliometria: teoria e prática. Cultrix, São Paulo.
Freudenberger, H. (1974). Staff burnout. Journal of Social, N. 30, pp. 159-165.
Gesensway, D. (2006). Avoiding common scheduling and staffing mistakes. ACP-Observer, Washington.
Lopes, C.F. e Benati, M.A.F.N.O. (2017). Abordagem organizacional na síndrome de burnout. Revista Saberes da UNIJIPA, Vol. 5, N. 1, pp. 3-12.
Meis, L. et al. (1999). Uso de indicadores exige cautela. Folha de São Paulo - Especial Ranking da Ciência, São Paulo.
Mesquita, R. et al. (2006). Elaboração e aplicação de instrumentos para avaliação da base de dados Scopus. Perspectivas em Ciência da Informação, Vol. 11, N. 2, pp. 187-205.
Nassif, E. (2005). Burnout, mobbing e outros males do stress: Aspectos jurídicos e psicológicos. Boletim Científico – Escola Superior do Ministério Público da União, Vol. 4, N. 15, pp. 103-119.
Oliveira, A.C., Dórea, J.G., e Domene, S.M.A. (1992). Bibliometria na avaliação da produção científica da área de nutrição registrada no Cibran: período de 1984-1989. Ciência da Informação, Vol. 21, N. 3, pp. 239-242.
Pinheiro, L.V.R. (1983). Lei de Bradford: uma reformulação conceitual. Ciência da Informação, Vol. 12, N. 2, pp. 59-80.
Rivas, L.M. (1981). Técnicas bibliométricas: selección y evaluación de publicaciones periódicas para bibliotecas y bases de datos biomédicas especializadas. Bibliotecología y Documentación - Universidad Tecnológica Metropolitana, Vol. 6, N. 6-11, pp. 41-81.
Rosa, C. e Carlotto, M.S. (2005). Síndrome de Burnout e satisfação no trabalho em profissionais de uma instituição hospitalar. Revista de SBPH, Vol. 8, N. 2, pp.1-15.
Rostaing, H. (1996). La bibliométrie et ses techniques. Sciences de la Société, Tolouse.
Tague-Sutckiffe, J. (1992). An introduction to informetrics. Information Processing and Management, Vol. 28, N. 1, pp. 1-3.

Segurança Comportamental

A revista Segurança Comportamental é uma revista técnico-científica, com carácter independente, sendo a única revista em Portugal especializada em comportamentos de segurança.

Social Share

Pagamentos

# # # #


 

Top
We use cookies to improve our website. By continuing to use this website, you are giving consent to cookies being used. More details…